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| As amostras foram todas de bancos de sêmen dos Estados Unidos ( FOTO: Reprodução ) |
Conforme o estudo, as solicitações e consequentes anuências de importação de amostras de sêmen aumentaram significativamente - mais de 2.500%, de 2011 a 2016.
O estado de São Paulo importou a maioria das amostras, 657 (65%) no total, seguido pelo Rio de Janeiro com 122 importações – 12%. Além de CE e BA, os nordestinos Pernambuco e Alagoas também solicitaram amostras, sendo três e 1, respectivamente.
Preferências
Quanto às características fenotípicas (aparência dos ascendentes), das 1.011 amostras seminais importadas, de 2014 a 2016, a cor dos olhos azul foi a predominante – 524 amostras (52%). Em segundo lugar ficou castanho (24%), seguida da cor verde (13%) e avelã (11%). A fonte é de bancos seminais dos Estados Unidos.
“Ao longo dos últimos anos, com a tendência de aumento da importação de amostras seminais, a Anvisa tem considerado a necessidade de uma abordagem cada vez mais eficiente no que tange aos trâmites do processo de importação, de forma a integrar análises técnicas que repercutam, de fato, na qualidade e segurança do material biológico e otimizar os trâmites documentais”, explica Joao Batista da Silva Junior, Gerência de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos da Anvisa (GSTCO), área responsável pela liberação das importação de amostras de sêmen.
Importância
A partir dos dados de importação de Amostras Seminais, o relatório apresenta informações relevantes como a procedência e o destino das amostras; as características fenotípicas dos doadores de sêmen solicitadas no processo de importação, por exemplo, a cor dos cabelos e dos olhos. Ainda, o perfil dos solicitantes das amostras, dentre outras.
O documento apresenta números inéditos, como o crescimento importante de importação do material por casais homoafetivos, quando é analisado o número de amostras por cada grupo, nos últimos três anos. O grupo que apresentou maior crescimento foi o de casais homoafetivos de mulheres, em 279%, seguido pelo grupo de mulheres solteiras, em 114% e pelo de casais heterossexuais, em 85%, isso no período de 2015 a 2016.
Fonte: Diário do Nordeste


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