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| © Divulgação / Boa Esporte |
De acordo com o jornal O Globo, Bruno teve um pedido de liberdade negado pelo Superior Tribunal de Justiça antes da decisão de soltura dada por Marco Aurélio Mello. E segundo Janot, não cabe apresentar habeas corpus contra decisão tomada por outro ministro de tribunal superior.
Inicialmente o caso estava com o ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente aéreo em janeiro deste ano. A medida era urgente e isso fez com que a presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia, encaminhasse o processo para Marco Aurélio Mello. Mas agora que Moraes ocupou a vaga de Teori, o caso foi para as mãos dele, assim como muitos outros processos do ministro morto. Além de Mello e Moraes, a Primeira Turma do STF conta ainda com Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso. As decisões são tomadas por maioria de votos.
Bruno foi condenado pelo tribunal de Contagem, em Minas Gerais, a 22 anos e três meses de prisão pela morte da ex-amante Eliza Samudio. Entretanto, não houve confirmação ainda da condenação na segunda instância, o que resultou no habeas corpus para que o goleiro recorresse em liberdade. O atleta ficou preso por quase 7 anos.
Fonte: Notícias ao Minuto

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