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| Foto: Thiara Nogueira/TCM |
Uma das principais motivações para realizar a segunda fase da operação especial, de acordo com o presidente do TCM, conselheiro Domingos Filho, foi “o fato de o núcleo de fiscalização do Tribunal ter verificado que outros municípios baixaram decretos de emergência; de 16 de janeiro a 17 de fevereiro a operação especial passou por 30 cidades. Contudo, o Tribunal já havia identificado 98 localidades nessa situação”.
A atividade tinha sido suspensa no dia 10 de março devido à redução do orçamento do TCM em R$ 20 milhões, e foi retomada por meio de parceria com o Ministério Público do Estado (MPCE), que vai compartilhar veículos de sua frota.
O TCM marcará nos próximos dias a data para a entrega ao MPCE dos próximos relatórios concluídos, como tem sido feito desde o começo da operação, e na semana que vem divulgará os outros municípios a serem visitados.
Durante as visitas foram encontradas uma série de irregularidades como inércia administrativa (omissão) na adoção de medidas para normalizar a situação dita como anormal; aquisição de bens e contratação de serviços sem precedência de adequado procedimento de licitação e contratação, com burla à legislação que regula a matéria; falhas em procedimento de dispensa de licitação; pessoal trabalhando sem a devida formalização do vínculo funcional; inexistência de controle interno sobre as atividades executadas na atual gestão; vínculo entre agentes públicos e empresa fornecedora de bens ou serviços.
Da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Contas dos Municípios - TCM/CE

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